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Archive for julho \28\UTC 2009

“Somos todos engrenagens de uma grande máquina que às vezes and pra frente – mas ninguém sabe para onde – e às vezes anda para trás – mas ninguém sabe o porquê.” – Ernst Toller

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Cansei de Dan Brown, Raymond Khoury,stephenie meyer e todos esses abortos literários! Francamente, onde está a arte? O que houve com os romances? Se reduziram a contar estórias pitorescas nascidas de décadas de cinema “holywoodiano”? Se eu quiser ver um filme que nada me acrescente além de entretenimento vou ao cinema e pronto. Não preciso perder horas preciosas de minha vida lendo esse lixo.
Não quis ser como tantas outras pessoas que criticam os livros sem ao menos lê-los. SIM, tive a infelicidade de ler pelo menos uma obra de cada um desses que citei. Eles parecem mais escreverem um roteiro de cinema que um livro. Deus, o livro não foi feito para ser um teste para o cinema! Os livros não foram feitos para se transmidiatizarem! Não tenho nada contra os livros que viram filmes, alguns ficam realmente bons, mas temos de entender que o livro é um fim em si mesmo, não um meio para o cinema.
Diacho! Como são razos esses livros. Dan brown só falta me chamar de burro ao repetir 298301928301 vezes a mesma coisa. Raymond Khoury segue a mesma linha de Dan brown [as mesmas estória também] só não pecando por ser mais direto ao assunto (fato positivo, mas só). Stephenie Meyer conseguiu acabar com a lenda dos vampiros direitinho. Lua Nova não passa de uma re-leitura de Romeo e Julieta, e preferia que permancesse assim, pelo menos, mas consegue piorar a cada seção inútil em seu livro. O que todos tem de ruim? Foram feitos pro cinema, não pro leitor. Não quero criticar o cinema aqui, quem me entende sabe de que tipo de cinema estou criticando. É aquele cheio de efeitos especiais e clichês que nada acrescentam à nossa vida.
Enfim, preciso voltar é ler coisas decentes para limpar minha mente.. E depois, tentar escrever algo que preste. E se não prestar, que não caia no erro deles =P

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Opa!

A partir de agora eu tentarei sempre manter um resumo dos livros que eu leio. TENTAREI, sendo bem claro. Enfim, sem mais rodeios, comecemos pelo último livro lido: O Retrato de Dorian Gray, de Oscar Wilde.

Apesar deste ser seu único romance, Oscar Wilde aparenta total controle sobre as palavras e metáforas usadas no livros (que não são poucos). Sua linguagem varia bastante no decorrer do livros, adulando entre partes extremamente detalhistas (Cap XI) e longos diálogos (primeiros capítulos). Talvez essas grandes diferenças entre os capítulos se dê pelo fato do livro ter sido lançado primeiramente para uma revista, e depois, compilado e revisado, se tornando um Romance propriamente dito.

O livro está claramente, embora não assim o seja, divido em duas partes: A Adolescência de Dorian Gray e a “Velhice”. Talvez ainda possamos dividir numa terceira parte, que seria sua vida Adulta, mas que se resumiria exclusivamente ao capítulo XI. “Hoje em dia as pessoas sabem o preço de tudo, mas não sabem o valor de nada”. Essa é uma das excelentes passagens que o livro tem aos montes. Certamente Oscar Wilde sabia fazer frases de efeito. Não possuo o livro, mas hei de comprá-lo o mais breve possível. É um romance para se marcar frases e relê-las sempre. Entretanto, devo dizer que eu gostei muito mais da primeira metade do livro.. Aliás, Oscar Wilde consegue prender o leitor já no prefácio do livro, entretanto o restante do Romance perde um pouco de suas características extraordinárias e se resume muito na personalidade de Dorian Gray. Não posso afirmar completamente, mas a segunda parte soou meio como que um final inevitável, e nesse ponto Oscar Wilde foi muito previsível em várias páginas.

Mas mesmo assim, resumindo, nota 5. E só dou 5 por ser a nota máxima. Diria o seguinte, a primeira metade vale 20, mas a segunda metade eu daria um 4. Enfim, leiam e descubram por si mesmos o quanto vale essa excelente obra de arte.

Até mais!

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Discuti hoje com meu amigo, isso depois de uma certa reflexão. Emprego aqui certo como “alguma”, pois, em verdade, na podemos afirmar como certo, apenas aquilo que é absoluto.

Então, o que é absoluto? Pareço aqui estar fugindo do tema inicial, mas não. É justamente essa imensa rede de pensamentos simultâneos que me regam que tento colocar para fora.

Se o absoluto existisse fora da matemática, poderíamos prever o futuro e pre-estabelecer nossas ações.

Continuando, vamos por partes. Antes da reflexão inicial, precisamos entender o absoluto. Nesse sentido, verdade e absoluto são sinônimos, posto que a verdade é a afirmação do absoluto.

Seria o Absoluto algo que sempre existe? O que sempre existe? Matéria sempre existe: pedra sempre existe,  agua sempre existe.. mas a matéria se transforma. Então não é a matéria que é absoluta, mas o que compõe a matéria que o é.

Aqui encontramos outro problema: o que forma a matéria? Átomos? Enntendemos por átomo a menor parte divisível de algo. Entretanto o próprio átomo pode ser dividido em prótons, nêutrons e elétrons. Contraditório nao? Então vamos lá: a verdade é o absoluto afirmado,  o absoluto é a matéria, a matéria são os átomos, o atomo são prótons, elétrons e neutrons.

Do que diachos essas “coisas” são “feitas”? Energia? Mas a enérgia nao pode se transformar também? Não posso afirmar nada.

O que mais seria absoluto? O espírito, responde o religioso. E o que é o espírito? É algo não físico. Se não é físico, como pode ser absoluto? Contraditório? É questão de fé, responde o desprezível pseudo-religioso. Lhe pergunto então, o que é religião. É Deus, responde-me o fardo. E QUEM É DEUS? É o senhor espírito. Então pera.

Partimos do pressuposto que Deus e espírito são o mesmo, assim como Tiago é um ser humano. Explicando Deus, teríamos o espírito, e vice-versa. Temos então duas linhas de raciocínio para seguir: Quem é Deus e o que é expírito. Vamos procurar por Deus primeiramente.

Em segundo, não colocarei os pronomes referentes a Deus pois, para mim, o Deus em questão não passa de um nome próprio para referenciar aquilo que os pobres de mente não sabem explicar. Lembrando que a pobreza de mente, assim como a financeira, para  a maioria não é questão de opção, mas de imposição.

Então, Deus, quem é o senhor? Não recebo resposta. Tudo bem, ele é invisível, logo também não posso escutá-lo, mas, ei, religioso! Responde-me, teu deus é eternamente bom? Sim, Ele é. Então, por que o inferno? Além de bom, Ele é justo. O que é a justiça? Fez-se o silêncio.

Percebem? Ele não pensou para me responder as outras perguntas, o fez de maneira automática. Podemos perceber que uma pessoa tem noção completa do que fala pelos segundos antecedentes à sua pronuncia: silêncio. Quando demorares para receber uma pergunta podes até duvidar de sua qualidade e conscistência, mas não poderás duvidar de que é sub-produto da própria pesssoa.

Deus é justo segundo os dez mandamentos e aos ensinamentos de Jesus. Ok, não me atreverei perguntar sobre Jesus, seria deveras longo e não convém agora à questão. Certo, que foram os dez mandamentos? Uma tábua dada a moisés num período que ninguém se recorda. Exceto a história. Melhor, exceto à história judaica.

Como podem perceber agora, toda a investigação é uma volta ao passado, cada vez mais distante, é um detalhamento cada vez mais profundo, é algo que ainda não podemos descrever com precisão. E agora, precisamos definir justiça para provarmos que Deus é bom e que, logo, ele é passível de  existência. Existindo Deus, existe o espírito, logo, o absoluto também existe e a verdade.

Sinceramente, acredito que a verdade exista. Talvez não exista, mas ela é um fato. Talvez estejamos perguntando errado. Se ao invés de ser, ela “esteja”?

Preciso parar para pensar. Que Deus me ajude, confio Nele.

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